quinta-feira, 27 de março de 2008

SERÁ QUE CRIVELA OUVIU O CAPITÃO?

Sábado , 26 de Janeiro de 2008

Exmº Sr Senador Crivella,
Não consegui ouvir passivo as declarações de V Exª durante a propaganda eleitoral de seu partido, veiculadas na Rede Globo, às 20:30 h do dia 24 de janeiro de 2008, no intervalo do programa Jornal Nacional, na oportunidade em que versava sobre o Programa Cimento para Todos do Governo Federal.

V Exª afirmou que "o Exército Brasileiro está resgatando uma dívida histórica", decorrente das conseqüências da Guerra do Paraguai para com os escravos que participaram daquele conflito armado.

Dessas afirmações categóricas por parte de V Exª, envolvendo a Instituição Exército Brasileiro, venho humildemente perguntar-lhe:

1. O Sr já estudou História ?
2. O Sr conhece a história de nosso país ?
3. Caso a resposta às duas perguntas anteriores sejam negativas (e tenho quase certeza que são), pergunto se seus ilustres assessores historiadores freqüentavam as aulas da faculdade ou "vazavam" para tomar um chopinho inocente, por acharem o período do Império um tanto quanto fastidioso?

As perguntas possuem uma única motivação: nenhum cidadão com um mínimo de consciência ou de conhecimento histórico, e que tenha compromisso com a verdade histórica dos fatos, sentiu-se confortável com a descabida, infeliz e intempestiva declaração de V Exª. Afinal de contas, a que dívida histórica o Sr se referia? Qual a responsabilidade do Exército Brasileiro sobre as condições deprimentes e desumanas às quais foram relegados aqueles ex-combatentes? Por algum acaso V Exª tem noção de quem define a política de desmobilização de uma tropa ao término de um determinado conflito? Se V Exª (mais uma vez) não tem a resposta, vou procurar ajudá-lo: os governantes e políticos. Aqueles que, verdadeiramente, detém, em mãos, os desígnios de uma Nação. Aqueles que, verdadeiramente, decidem como as coisas acontecem ou devem acontecer. E posso lhe assegurar que se tal poder de decisão estivesse nas mãos dos comandantes militares, que heroicamente lideraram aquelas operações, na segunda metade do século XIX, a desmobilização da tropa, e o tratamento dado aos ex-combatentes, seriam, incontestavelmente, diferentes.

Como sua declaração não tem o menor respaldo histórico, nem sequer um viés de verdade, resta apenas uma única explicação: a intenção do ilustre legislador foi apenas tentar, como tantos outros, denegrir a imagem da tradicional Instituição de maior credibilidade (e isso incomoda muita gente) de nosso país: o Exército Brasileiro.

Mesmo como potencial ignorante quanto aos aspectos e fatos da história de nosso país, o mínimo que se espera de um político "experiente" como V Exª é a noção e a consciência básicas de que quem legitima e decide pela guerra são os governantes e políticos, e não os militares. Quem cuida da parcela orçamentária destinada às Forças Armadas são os governantes e políticos, e não os militares. E, não fugindo à regra, posso lhe assegurar que a política de desmobilização, àquela época, por ocasião do término daquela guerra, que redundou na situação humilhante à qual V Exª se referiu, relacionada aos ex-combatentes (e aí não estão inseridos apenas os ex-escravos), não foi definida pelos militares. E acho que até mesmo o Sr (a uma altura dessas) já deve ter adivinhado quem foram os verdadeiros responsáveis por aquele descaso.

Do exposto, como restou comprovado, pelo menos para mim, que o problema não é desconhecimento da História, nem de política (no caso de V Exª), mas sim a necessidade veemente de pequena, porém nefasta, parcela de nossa sociedade pseudo-intelectual, que insiste em tentar desonrar e denegrir a Instituição Exército Brasileiro, venho por meio deste e-mail fazer um singelo pedido: desista! Não será V Exª, nem qualquer outra pessoa, por mais influente e manipulador de massas ou opiniões que seja, que conseguirá apagar, desmerecer ou manchar quase 360 anos de honra, glória, patriotismo, servidão, amor a essa Nação ou a memória dos incontáveis e verdadeiros heróis de nossa Pátria, muitos dos quais sacrificaram as próprias vidas naquele conflito! Lembrai-vos do Marechal Luís Alves de Lima e Silva (o Duque de Caxias), do Marechal Osório, do Brigadeiro Sampaio, do Almirante Tamandaré e de tantos outros!

Atenciosamente,

Alexandre Sobral Lobo Rodrigues - Capitão do Exército Brasileiro.
Instrutor da Escola de Aperfeiçomento de Oficiais - EsAO

E A ACUSAÇÃO DO GOVERNADOR CONTRA O INPE, NADA ATÉ AGORA?!


Domingo, 27 de Janeiro de 2008
ESTADAO

Lourival Santaana



''Queremos saber a serviço de quem o Inpe está mentindo''

Em entrevista exclusiva, governador contesta dados do órgão federal e diz que desmatamento caiu 20% em Mato Grosso


Os últimos dados de desmatamento na Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) colocaram Mato Grosso contra a parede. Dos 3.233 km² de derrubada detectados pelo Sistema de Desmatamento em Tempo Real (Deter) entre agosto e dezembro, 1.786 km² seriam no Estado. Apesar de aliado do governo federal, Blairo Maggi (PR), governador de Mato Grosso e um dos maiores produtores de soja do mundo, foi responsabilizado pela ministra Marina Silva, do Meio Ambiente.


Nesta entrevista exclusiva ao Estado, por telefone, Maggi, de 50 anos, no segundo mandato, reage, contestando energicamente os números e lançando uma suspeita sobre o órgão federal: "O Inpe está mentindo a serviço de alguém." Ele ainda chama de "besteira" a suspensão de créditos, uma das medidas adotadas pelo governo federal: "Ninguém pega crédito para desmatar."


A ministra Marina Silva o acusou de não cooperar com o combate ao desmatamento. Como reage?


Recebemos esses dados com muita surpresa. Todos nós sabemos que esses números não são verdadeiros com base no trabalho dos nossos técnicos da Secretaria do Meio Ambiente, que vem promovendo um arrocho nos últimos anos. O Inpe está mentindo a serviço de alguém. Queremos saber a serviço de quem. Falei com a ministra hoje (sexta-feira) pela manhã longamente pelo telefone e mostrei que os números que apresentaram a ela não têm consistência. Sobre os números de outubro a dezembro, ainda não posso dizer quanto é verdadeiro. Mas, dos números de abril a setembro do Deter, verificamos mais ou menos 300 pontos. Já temos os laudos de 113. Desses, em 91 (80,53%), o desmatamento não existiu ou é antigo e deve ter entrado em algum outro momento estatístico. Dentro de 20 a 30 dias terei o restante. Acho muita irresponsabilidade da parte do Inpe lançar para o mundo os números sem checar na realidade do campo o que está acontecendo.


Qual a receptividade da ministra?


A princípio, parece-me que ficou surpresa. Junto com os técnicos da nossa secretaria, também havia pessoal do Ibama. Em todos os pontos em que notamos erros, foi feito um laudo e assinaram o pessoal do Ibama, nossos técnicos e os policiais militares que fazem parte das equipes. Tenho tudo documentado. A mim cabe perguntar se os números de setembro a dezembro também não são errados, mal interpretados, até por má-fé. O que o senhor acha que houve? Nossos técnicos dizem que as informações dos satélites podem ser usadas de várias maneiras. Por exemplo: temos áreas de várzea na região do Araguaia onde não existe floresta. Se tem um incêndio e o satélite detecta, interpretam como se fosse queimada de derrubada (de floresta). Em áreas de formação rochosa, também o satélite passa e dá uma característica de queimada. Quando você pega os polígonos que estão no site do Deter, vê que muitos pontos são irregulares. Quando se faz desmate para pecuária ou agricultura, todo mundo procura fazer algo retangular para poder trabalhar dentro dessas áreas. Grandes áreas de incêndio dentro da floresta eles julgam como se fosse desmatamento. A ministra Marina saiu do Brasil e defendeu posições de que estamos reduzindo desmatamento. Aí, chega e lança um número desses, sem nenhum critério, sem nada, vira no que virou. No mundo inteiro estão botando a boca, dizendo que o Brasil é irresponsável. Irresponsável é quem bota os dados sem checar no campo. Sou parceiro da ministra, do governo. Tenho feito grande trabalho para reduzir o desmatamento em Mato Grosso. Os setores produtivos do Estado têm criado fundos para devolver as áreas de preservação permanente, assumindo o compromisso de fazer tudo correto.


Que dados vocês têm?


Estimamos que nossa área desmatada deste ano será inferior em 20% a 25% à do ano passado, que já foi baixa, em torno de 2.400 km².


Os municípios problemáticos são esses mesmos que aparecem na lista do governo?


São. Mas desses (19 mato-grossenses, do total de 36), apenas três trabalham fortemente com soja: Querência, Gaúcha do Norte e Nova Maringá. No noroeste do Estado e na região de Colniza, temos problemas muito sérios com grandes assentamentos do Incra. Eles também não respeitam, não fazem licenciamento. O pessoal derruba a floresta para manter a posse. Nem consegue produzir. Há ainda uma área de grilagem muito grande. São invasões. Muita gente vem de Rondônia. São pequenos sitiantes que tiram a tora e vendem para os madeireiros. Já pedi até apoio do Exército para as duas áreas e não consegui até hoje. Quando aperta, todo mundo grita. Quando a gente pede ajuda, que tem que pôr a mão no bolso e trabalhar, todo mundo corre. Devia aproveitar essa confusão e mandar o Exército ficar seis meses acampado na região. Vão ver como reduziria o desmatamento. Só com blablablá a gente não faz nada. Quero que a Amazônia pare de ser desmatada, mas quero também que paremos de fazer carnaval em cima dessas coisas.


No restante, qual é a pressão?


É pecuária.


Derrubar pode ser rentável para o pecuarista e o sojicultor, ou é necessariamente o madeireiro quem chega primeiro?


Se você tiver que derrubar uma floresta para fazer agricultura, não vai pagar a conta. Agricultura não se faz na floresta, mas no cerrado, onde é permitido o uso de 65% (da área). Nesses números divulgados, tem uma parcela legal, autorizada pelo governo.


O que acha das medidas adotadas pelo governo, de suspensão de créditos e envio de força-tarefa?


Suspensão de crédito não muda nada porque ninguém pega crédito para isso. Nunca teve crédito para desmatar. Isso é besteira. Enviar agente policial para cá pode ajudar. Mas antes da Polícia Federal, podia ser o Exército, para uma presença preventiva. Tira esse povo lá do Rio de Janeiro, da fronteira da Amazônia, onde está todo mundo coçando o saco, e traz para cá. Falei para a ministra hoje que uma medida boa é identificar na cadeia produtiva de onde está vindo o boi, a soja ou a madeira. Se vem de área desmatada irregularmente, trava na comercialização. Isso funciona bem. Já existe em Mato Grosso moratória feita pelas empresas, que não têm comprado soja de áreas desmatadas (na floresta, após 2006).


Em Bali (reunião de dezembro sobre o clima), o senhor demonstrou otimismo com os mecanismos de remuneração do serviço ambiental. Acha que a divulgação desses dados prejudica esse processo?


Esse é um assunto que temos que continuar perseguindo. Sei que não é fácil. Cada vez que você solicita que alguém coloque a mão no bolso para uma atividade ambiental, não acha parceiros. Todo mundo fala, mas ninguém põe. Naquela reunião, fiz o alerta de que o desmatamento era um leão adormecido, que poderia acordar de uma hora para outra, e que esse seria o momento de termos novos mecanismos, um deles o desmatamento evitado. Se o cidadão que está em Colniza desmatando só para segurar sua posse, sem produzir nada, for pago para manter a floresta em pé, vamos ter um agente ambiental lá. O problema é que não conseguimos transformar isso em realidade. Quando é a hora de pôr a mão no bolso, o Banco Mundial vem com um fundo de US$ 150 milhões para combater o desmatamento no mundo. Isso não dá para nada.


O aumento do preço da soja não acordou o leão?


Não, até porque os agricultores estão muito endividados, com a queda do dólar de R$ 3,80 para R$ 1,70. O dinheiro evaporou. O pouco ou muito que se vai ganhar neste ano é para cobrir um buraco muito grande. Mas, dentro de 60 dias, quando finalizarmos o levantamento in loco do período de outubro a dezembro, teremos condições de dizer exatamente a área destinada à soja, à pecuária, assentamento do Incra e manutenção de posse.


Dos 900 mil km² de território de Mato Grosso, quanto já foi aberto?


Estimamos 35%.


Disso, quanto representa gado e soja?


Soja, 8%; gado, 25%. Aqui não vai nenhuma crítica, mas, de reservas indígenas, temos 13% do território. Os caras nos matam por nada. Os índios têm o direito de ter as terras deles, sem problema nenhum. Ninguém está contestando. Ajudamos a manter as divisas deles.


O senhor acha a reserva legal de 80% (nas propriedades na floresta) sustentável economicamente?


Não. É por isso que há essa pressão em cima. Com 20% da propriedade para produzir, não tem retorno econômico. A não-votação da medida provisória que instituiu 80% tem trazido problemas para o Estado, porque muitos acham que, por ser medida provisória, um dia ela pode mudar.

SUGESTÃO DE NOME DE HERÓI PARA A PROPAGANDA DO TSE

Fonte: Revista Isto É

O TRABALHO DE CLARA BRANDÃO
QUE FOI POR ÁGUA ABAIXO!


PIONEIRA Há mais de três décadas Clara Brandão criou um composto alimentar que revolucionou a nutrição infantil.
A cena foi comovente
O vice-presidente José Alencar preparava-se para plantar uma árvore em Brasília quando foi abordado por uma nissei de 65 anos e 1,60 m de altura. Era manhã da quinta-feira 6.
A mulher começou a mostrar fotografias de crianças esqueléticas, brasileiros com silhueta de etíopes, mas que tinham sido recuperadas com uma farinha barata eacessível, batizada de 'multimistura'. Alencar marejou os olhos. Pobre a infância no interior de Minas, o vice não conseguiu soltar uma palavra sequer. Apenas deu um longo e apertado abraço naquela mulher, a pediatra Clara Takaki Brandão.
Foi ela quem criou a multimistura, composto de farelos de arroz e trigo, folha de mandioca e sementes de abóbora e gergelim. Foi esta fórmula que, nas últimas três décadas,revolucionou o trabalho da Pastoral da Criança, reduzindo as taxas de mortalidade infantil no País e ajudando o Brasil a cumprir as Metas do Milênio.
E o que a pediatra foi pedir ao vicepresidente? Que não deixasse o governo tirar a multimistura da merenda das crianças. Mais do que isso, ela pediu que o composto fosse adotado oficialmente pelo governo. Clara já tinha feito o mesmo pedido ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão - mas ele optou pelos compostos das multinacionais, bem mais caros. 'O Temporão disse que não é obrigado a adotar a multimistura', lamenta Clara.
Há duas semanas a energia elétrica da sala de Clara dentro do prédio do Ministério da Saúde foi cortada. Hoje, ela trabalha no escuro. 'Já me avisaram que agora eu estou clandestina dentro do governo', ironiza a pediatra.
Mas ela nem sempre viveu na escuridão. Prova disso é que, na semana passada, o governo comemorou a redução de 13% nos óbitos de crianças entre os anos de 1999 e 2004 - período em que a multimistura tinha se propagado para todo o País. Desde 1973, quando chegou à fórmula do composto, Clara já levou sua multimistura para quase todos os municípios brasileiros, com a ajuda da Pastoral da Criança, reduto do PT. Os compostos da multimistura têm até 20 vezes mais ferro e vitaminas C e B1 em relação à comida que se distribui nas merendas escolares de municípios que optaram por comprar produtos industrializados. Sem contar a economia: 'Fica até 121% mais caro dar o lanche de marca', compara Clara.
Quando ela começou a distribuir a multimistura em Santarém, no Pará, 70% das crianças estavam subnutridas e os agricultores da região usavam o farelo de arroz como adubo para as plantas e como comida para engordar porco. Em 1984, o Unicef constatou aumento de 220% no padrão de crescimento dos subnutridos.
Dessa época, Clara guarda o diário de Joice, uma garotinha de dois anos e três meses que não sorria, não andava, não falava. Com a multimistura, um mês depois Joice começou a sorrir e a bater palmas.
Hoje, a multimistura é adotada por 15 países. No Brasil só se transformou em política pública no Tocantins.
Clara acredita que enfrenta adversários poderosos. Segundo ela, no governo, a multimistura começou a ser excluída da merenda escolar para abrir espaço para o Mucilon, da Nestlé, e para a farinha láctea, cujo mercado é dividido entre a Nestlé e a Procter & Gamble. 'É uma política genocida substituir a multimistura pela comida industrializada', ataca a pediatra.
A coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, reconhece que a multimistura foi importante para diminuir os índices de desnutrição infantil. 'A multimistura ajudou muito', diz. 'Mas só ela não é capaz de dizimar a anemia; também se deve dar importância ao aleitamento materno'.
ISTO É procurou as autoridades do Ministério da Saúde ao longo de toda a semana, mas nenhuma delas quis se pronunciar. 'O multimistura é um programa que não existe mais', limitou-se a informar a assessoria de imprensa.

LULA DEFENDE SERVERINO NO NORDESTE E IDELI INSINUA QUE DILMA É A SUCESSORA DE LULA

26 DE MARÇO DE 2008
NADA MUDOU... LULA CONTINUA INDO AO NORDESTE PARA MENTIR, COMO SE NÃO HOUVESSE MEIOS DE COMUNICAÇÃO. VAI VER QUE ELE ACHA QUE O PESSOAL DO NORDESTE NÃO VÊ TELEVISÃO, NÃO OUVE RÁDIO E NÃO LÊ ABSOLUTAMENTE NADA. SE ELE É O PRESIDENTE, DEVE SABER BEM SE ISSO É OU NÃO A REALIDADE. E, PELO JEITO, NÃO FARÁ NENHUMA QUESTÃO DE MUDAR ESSE QUADRO. MNTO: VAI COLOCAR O PESSOAL PARA TRABALHAR EM EMPREGO DE MÃO-DE-OBRA BARATA LÁ NA USINA QUE CONSTRÓI COM HUGO CHÁVEZ. ALIÁS, A GLOBO PODERIA COLOCAR AQUELES ESPECIALISTAS EM LEITURA LABIAL PARA DECIFRAR O QUE LULA CONVERSAVA COM HGO CHAVEZ, AO PÉ DO OUVIDO E LONGE DE TODOS.
NO MESMO VÍDEO, A CONFUSÃO, LÁ NA CPI DOS CARTÕES CORPORATIVOS, ONDE FICOU DECIDIDO QUE DILMA ROUSSEFF NÃO PRESTARÁ ESCLARECIMENTO NENHUM SOBRE O CASO, ALÉM DE TER APENAS EMITIDO NOTA À IMPRENSA EXPLICANDO QUE OS DADOS SIGILOSOS DE CONTAS BANCÁRIAS DE FUNCIONÁRIOS QUE TRABALHAVAM COM FHC QUANDO ELE OCUPAVA A PRESIDÊNCIA QUE "VAZARAM" DA CASA CIVIL ESTÃO SENDO INVESTIGADOS.
IDELI SALVATI, A SENADORA QUE DEFENDE O PT CEGAMENTE, DISSE QUE DILMA ROUSSEFF NÃO PODERIA SER CONVOCADA PELA CPI PELO QUE REPRESENTARIA HOJE E PELO QUE TALVEZ POSSA REPRESENTAR EM 2010. É, ELA É A SUCESSORA DE LULA, ATÉ QUE EL VOLTE EM 2010. VAI PEGAR PARA O PT SE NÃO EMBARCAR NA CANDIDATURA DE AÉCIO NEVES... A NÃO SER QUE OS PLANOS DA CITY LONDRINA TENHAM MUDADO E QUE DILMA TENHA CONVENCIDO COMO CNTINUADORA DOS IDEAIS LONDRINOS. SERÁ? DESCONFIA-SE QUE NÃO; DILMA ESTARIA MAIS PARA O FORO DE SÃO PAULO, QUE TEM PRETENÇÕES QUE TALVEZ VÃO ALÉM DAS DA CITY DE LONDRES. E OS INICIADOS SABEM PERFEITAMENTE DO QUE EU ESTOU FALANDO.


IRMÃOS CONTRA IRMÃOS - A GLÓRIA DOS COMUNISTAS!

FONTE: TV GLOBO - JORNAL DA GLOBO

TODAS AS VEZES QUE CIDADÃOS DE CLASSE MÉDIA SAEM ÀS RUAS DOS PAÍSES ONDE QUEM ESTÁ NO PODER SEJA DO FORO DE SÃO PAULO, A REAÇÃO DOS GRUPOS FAVORÁVEIS AOS NOVOS GOVERNOS COMUNISTAS TEM SIDO SEMPRE A MESMA: O ENFRENTAMENTO SANGRENTO E COVARDE CONTRA PESSOAS QUE PROTESTAM DESARMADAS, FÍSICA E POLITICAMENTE (UMA VEZ QUE AINDA NÃO ENTENDERAM MUITO BEM QUE JÁ ESTÃO VIVENDO SOBRE A REPRESSÃO COMUNISTA DO GOVERNO E DE SUAS MILÍCIAS ARMADAS). ISSO JÁ ACONTECEU EM VÁRIAS PARTES DE NOSSO PAÍS, QUANDO MANIFESTANTES QUE SE OPÕEM A ESSE GOVERNO FORAM ATACADOS POR MILÍCIAS PETISTAS (ISSO PARA NÃO FALAR DA GUERRILHA NO CAMPO, ONDE O MST FAZ AS VEZES DO BRAÇO ARMADO E REPRESSOR DO GOVERNO COMUNISTA). TANTO TODA ESSA MILITÂNCIA COMO A PRÓPRIA CLASSE COMUNISTA QUE CHEGOU AO PODER SÓ SAIRÃO DE LÁ... A HISTÓRIA JÁ CANSOU DE MOSTRAR COMO... DEIXOU-SE QUE LÁ CHEGASSE E, AGORA, DE LÁ ELA NÃO SAIRÁ POR BEM...